Em relação ao milho, a sessão de hoje, segunda-feira, 4, teve cotações apontada para o positivo na Bolsa de Chicago (CBOT). Quando o horário estava próximo das 15h no horário de Brasília, as cotações ficaram da seguinte maneira: o marco encolhia 3 pontos/US$ 3,41, e o março 3,25 ponto/US$ 3,55 o bushel.

Alguns acontecimentos foram favoráveis para tal cenário, sendo um deles a passagem no corte de impostos, o que fez com que investidores tivessem uma luz verde e assim pudessem, segundo o o Farm Futures, despejar refúgios seguros como ouro e títulos do Tesouro.

Já o petróleo, teve ganhos efetivos de mais de US$ 3 milhões em posições tidas como mais longas, drenando os recursos que poderiam ir para o milho.

Falando agora na BM&F Bovespa, o produto milho segue com balanços positivos na Bolsa de São Paulo, devido condições depositadas em determinadas demandas somadas aos efeitos de menor disponibilidade na próxima safra e a diminuição dos estoques resultantes da safrinha.

Janeiro ganhava 0,62% ponto, a R$ 32,40, e o março mais 0,45% ponto, a R$ 33,75.

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